por: Leonardo Moraes
Foto: Canva
Energia fotovoltaica converte luz solar em eletricidade por meio de painéis solares com células fotovoltaicas, gerando corrente elétrica.
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Elon Musk decidiu entrar diretamente na guerra dos semicondutores. O objetivo é criar uma infraestrutura própria para cessar a dependência de gigantes como Nvidia e TSMC, garantindo soberania tecnológica total para a Tesla.
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O investimento estimado para esta nova frente tecnológica gira em torno de 25 mil milhões de dólares. É um movimento estratégico para sustentar as ambições de inteligência artificial e processamento de dados do grupo.
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O empreendimento foca na produção de chips de 2 nanômetros, a tecnologia mais avançada do planeta. O plano prevê integrar processamento e memória em um único local, otimizando a performance para sistemas de IA.
Uma inovação radical promete mudar as fábricas: a eliminação de salas limpas tradicionais. Musk quer isolar apenas os wafers de silício em invólucros especiais, reduzindo drasticamente os custos e a complexidade operacional.
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A escala é monumental, com meta de produzir até 200 mil milhões de unidades anualmente. Esses componentes darão vida ao supercomputador Dojo, ao sistema de direção autônoma (FSD) e ao robô humanoide Optimus.
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Em paralelo, a Neuralink também escala sua produção para 2026. O foco são implantes cerebrais instalados por robôs cirurgiões, visando devolver a autonomia a pacientes com paralisia ou lesões medulares severas.
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A grande questão é quando tudo isto arranca. O bilionário confirmou que o Projeto Terafab, a nova fundição de chips da Tesla, tem a sua inauguração oficial agendada para o dia 21 de março de 2026.