por: Leonardo Moraes
Foto: Canva
Energia fotovoltaica converte luz solar em eletricidade por meio de painéis solares com células fotovoltaicas, gerando corrente elétrica.
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O desfile da Portela no Carnaval de 2026 chocou o público com o "Negrinho do Pastoreio" voando sobre a Sapucaí. O que parecia pura magia carnavalesca atraiu os olhos atentos da ANAC devido aos riscos de segurança envolvidos.
Energia fotovoltaica converte luz solar em eletricidade por meio de painéis solares com células fotovoltaicas, gerando corrente elétrica.
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A ANAC estabeleceu um prazo de 10 dias para que a Portela e a LIESA prestem esclarecimentos técnicos sobre o uso do drone tripulado. O equipamento decolou quatro vezes ao longo da avenida diante das cabines de jurados.
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A manobra, que durou cerca de 40 segundos por voo, foi realizada sem a autorização necessária dos órgãos de controle do espaço aéreo, o que motivou a abertura imediata de um processo administrativo pela agência nacional.
O órgão regulador reforça que drones comerciais não foram projetados para levar passageiros ou animais. O uso incorreto pode causar acidentes fatais, colocando em risco o piloto e as milhares de pessoas que assistem ao desfile.
Energia fotovoltaica converte luz solar em eletricidade por meio de painéis solares com células fotovoltaicas, gerando corrente elétrica.
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A notificação exige que a escola informe o modelo, número de série e registro do equipamento. Além disso, a ANAC quer identificar o piloto responsável pela operação para avaliar se houve negligência técnica grave.
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No meio da polêmica, a LIESA afirma não ter recebido o aviso oficial, enquanto a Portela enfrenta a saída do carnavalesco André Rodrigues. O episódio levanta discussões sobre os limites da inovação tecnológica no samba.
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Como funciona a regra? A resposta definitiva é que a norma proíbe o transporte de pessoas porque os drones não possuem certificação de segurança para a vida humana, tornando qualquer voo tripulado expressamente ilegal.