por: Leonardo Moraes
Foto: Canva
Com 90% dos brasileiros já tendo acreditado em notícias falsas, o cenário eleitoral de 2026 exige atenção total, especialmente porque 63% das fake news que circulam no país possuem conteúdo puramente político.
Esse mar de desinformação é alimentado por IAs que, embora úteis, tornam-se armas contra a democracia nas mãos de quem busca manipular o voto através de vídeos e áudios que parecem reais, mas são puras criações digitais.
Para conter o caos, o TSE implementou a Resolução nº 23.732/2024, que proíbe o uso de deepfakes para enganar o eleitor, prevendo punições severas para candidatos que tentarem fraudar a realidade durante a campanha.
O papel do eleitor consciente agora é checar fontes e jamais repassar conteúdos suspeitos, utilizando plataformas de fact-checking para validar o que recebe via redes sociais.
Além do senso crítico, reforce sua segurança digital com senhas fortes e autenticação em dois fatores, protegendo seus canais de invasões que visam espalhar mentiras.
A verdade tornou-se o ativo mais valioso nestas eleições, e entender os mecanismos de manipulação é a única forma de garantir que sua escolha nas urnas seja baseada em fatos reais, e não em algoritmos maliciosos.
O que você precisa saber? O TSE vigia, mas o filtro é seu. A resposta definitiva é que deepfakes eleitorais são crimes sob a Resolução 23.732, mas sua vigilância em checar fontes é a única defesa final em 2026.