Japão fornecerá tecnologia de refino de terras raras à Malásia: Qual o objetivo?

por: Leonardo Moraes

Foto: Canva

Energia fotovoltaica converte luz solar em eletricidade por meio de painéis solares com células fotovoltaicas, gerando corrente elétrica.

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O Japão e a Malásia selaram uma aliança de peso para o setor de alta tecnologia. A Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) anunciou a transferência de métodos avançados de refino mineral. Por que agora?

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As terras raras são componentes vitais para semicondutores, baterias de carros elétricos e turbinas eólicas. Sem elas, a transição energética global e a indústria de defesa simplesmente param.

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O governo malaio decidiu proibir a exportação de minério bruto. A estratégia é clara: forçar o desenvolvimento do refino doméstico e verticalizar a cadeia de valor dentro do seu próprio território.

A parceria inclui treinamento intensivo. Especialistas malaios viajarão ao Japão para dominar processos químicos complexos, enquanto técnicos japoneses atuarão na Malásia para garantir a sustentabilidade ambiental.

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Instituições como a JOGMEC e o conselho ECERDC da Malásia já assinaram memorandos para acelerar a exploração. O foco é transformar a Malásia no maior polo de processamento fora do eixo tradicional de poder.

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O Japão já possui investimentos históricos na planta da Lynas na Malásia. Mas o que realmente motiva Tóquio a compartilhar tecnologias tão sensíveis e caras com um parceiro do sudeste asiático?

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A resposta final: a iniciativa visa quebrar o monopólio da China, que controla cerca de 90% do refino mundial. Japão e Malásia buscam garantir uma cadeia de suprimentos segura e independente para o mercado global.