por: Leonardo Moraes
Foto: Canva
A flexibilidade da Starlink sofreu um golpe duro em 2026. O que era um atrativo para usuários esporádicos tornou-se uma despesa recorrente, mudando a lógica de quem só liga a antena em viagens específicas ou sítios.
A opção de pausar o serviço de forma totalmente gratuita desapareceu do aplicativo oficial. No lugar da pausa simples, a SpaceX introduziu o "Modo de Espera", que mantém a conta ativa, mas agora gera custos mensais.
Para manter sua antena em modo de hibernação, será necessário desembolsar R$ 36 por mês. Essa taxa é obrigatória para evitar o cancelamento total, que poderia dificultar a reativação em áreas com alta densidade de sinais.
Como é costume nas empresas de Elon Musk, a mudança foi implementada de surpresa. Sem avisos prévios por e-mail para a maioria, muitos usuários só descobriram a nova cobrança ao tentarem gerenciar suas assinaturas no app.
Há uma "pegadinha" contratual: se o equipamento permanecer no modo de espera por 12 meses, o usuário pode ser obrigado a pagar taxas extras ou realizar um upgrade forçado para um plano de serviço mais caro e robusto.
Essa atualização impacta diretamente o custo-benefício de quem usa pouco o kit. Ter o hardware guardado agora custa anualmente cerca de R$ 432, valor que antes era economizado por quem utilizava a pausa gratuita.
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